terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Moreré (Doc.26) tão cedo, tão tarde.

O que não pode é estagnar esse movimento, aceitando o que tem que ser vivido, mas aceitando mesmo, não é da boca prá fora, olha esse livro de plutão me fez sentir menos medo das mudanças. Porque são tão profundas e tantas a vida toda, puta que pariu a vida toda, eu tenho que saber lidar com elas e parar de sentir medo. Que venha naturalmente meu destino, recebo-o com lucidez e calma. E a fé é minha amiga aliada, sempre foi, para depois rirmos juntas lá na frente, concluindo que era necessário tudo aquilo mesmo. Minha maior parceira de vida.

Tão cedo, tão tarde,
e diferente.
Nina a criança sem rosto,
balança bercinho vazio,
Não há mais.
Já foi.
Partiu.

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