quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
paraíso particular
é que a diferença está na gente, se a gente vê um mundo que nem todos vêem. não é o carinho banal, falso que é dado com interesse no retorno de algo, é o carinho próprio que estravasa. mas quem age por interesse, ou já tomou tantas surpresas, não imagina que no meio da sujeira existem flores de lotus como nós. agora passa pela cabeça, será que ganhei meu canto por isso? pois cantava sim desde sempre, mas não com consciência. e o que adianta? a consciência foi um presente meu para mim mesma? o maior presente é descobrir o amor total e sem barreiras dentro da gente. já evoluo e a palavra prêmio já pode ser susbstituída pela palavra presente. não, não foi presente, foi um nível de consciência que conseguimos chegar, a duras custas, e por isso merecemos o prêmio da lembrança de si. num mundo em que há uma força sempre contrária à nossa, lembrar da nossa natureza pura, é respirar o paraíso. claro que manter esse estado é outro jogo, um jogo de todos os talheres, e olhamos de longe os moribundos tristes, com seu cheiro peculiar e brilho no olho, igual a brilho de faca mesmo. sofrer pela limitação do outro é ainda fazer parte dessa realidade, identificando-se. separar o que está fora de você e não se contaminar pela realidade externa é a questão. não se ofender com a limitação do outro. faz um gesto com as mãos, traça uma divisória entre lá e cá. as vezes nós comemos carniça como eles e com eles, pois caímos na cilada da ilusão do ambiente, do mimetismo e somos influenciados por uma série de fatores que acontecem juntos e terminam por nos confundir e quase, digo quase, convencer. porque existe uma sensação dentro da espinha, que nos diz exatamente o que está certo ou errado. nesse lugar dentro de nós, o ambiente não entra. então quer saber, tudo é uma questão de tempo, e tudo é alcançar a felicidade constante. se cada vez mais acredita-se que o inferno são os outros, o paraíso é dentro de nós. e o meu é tropical, quente e amoroso.
sábado, 24 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
hoje acordei perdida. numa quinta feira acordei perdida. são as televisões, as tele-visões, as micro-visões, as visões do todo. e olho a pedra gigantesca pela janela, é gigantesca mesmo, um dos maiores monolitos a beira mar do mundo, eu moro atrás dele, de saída para o mar, como uma barca apontada para o futuro. o horizonte se espalha e vai abrindo, furando com a ponta de muita ousadia, e força. minha não. estou fraca como um passarinho, que por mais forte que seja, parece-me frágil. como eu. sinto qualquer coisa hoje como se fosse o primeiro e último dia. poderia morrer daqui a pouco. deixaria muita gravação nos meus computadores, de vozes, estudos. mas isso é a ilusão de mais um dia, um dia que sinto-me perdida, numa tonteira. posso ter vontade de sair por aí mas o vento pode bater demais demais em minha pele e eu não sei o que pode acontecer. graças a deus não tenho ensaio, gravação, aula, treino, graças a deus não tenho nada combinado. nem de fugir eu tenho vontade. nem quero. se não estivesse assim, provavelmente estava comendo o mundo como sempre faço. sentindo presente, saboreando passado e recebendo o futuro de presente. depois de tudo, lembro que esse ano terei uma festa de natal. acho bonito a ceia nas casas bonitas. não me vem com essa idéia de que sou comunista, ou revoltada, nada disso, a gente tem os talheres que o destino dá. mas eu tenho pena das pessoas. o que você quer que eu faça. não é possivel que você só seja rei e nunca tenha sido mendigo para saber. você pode ser um phycho, daí jamais vai saber. nesse ano vai ter a noite com tudo aquilo, os vermelhos e verdes, pratos, travessas, deve ter uma arvore, mas tomo como um lindo presente. já são dois carnavais, ops natais, pensando nessa gente que não tem. no meu jejum e de como eu não tive. e qual a diferença do rei e do mendigo? eles nos fazem ver as pessoas de dois ângulos. inclusive nós mesmos. nesses anos agradeci pela companhia dos que estão sempre comigo. olhei muitas vezes o cristo redentor e num presente de visão, se cobriu com o corpo de nuvens, depois a cabeça, e num jogo rápido, voltou a brilhar. se a gente presta atenção na natureza ela diz muito! seu movimento é o certo. sua aprovação é que importa. andar no mesmo movimento da natureza. isso deve ser a felicidade. a vida das pessoas não tem que ser todas iguais, um dia se tiver um filho ou filha, de coração ou sangue, quero que eles se amem e não esperem a resposta das pessoas, porque isso é algo que não se tem defesa, então faça só sua parte. eu gostaria que eles tenham nascido saudaveis de mente e coração limpo, essas pessoas são raras mas existem, junte-se a elas. não se sintam ofendidos pelo medo e inveja de ninguém. comemorem em segredo ou com amigos de verdade. o mundo ainda não suporta a felicidade alheia, pena, pena, pena. sempre que sentir uma alegria ofereca-a para o cosmo. dançe. seja livre e saiba que a liberdade tem um preço que vale a pena pagar se for ao encontro com teus principios. a vida é um pingo d'água e a maior oportunidade que você pode ter é de criar e se desenvolver com amigos e filhos, seus projetos e realizar seus sonhos. tenham confiança na fé, que ela existe. perdoe os infelizes. acredite que você pode virar o jogo e fazer uma história diferente. eu nunca vou abandoná-los. mas hoje é carnaval e quem sou eu? estou no passado ainda. mas volto logo porque a gravação do encontro com brown ta aqui no itunes esperando para sair por aí, quero escrever alguma coisa sem nada de compromisso, hoje estou assim, quase morta e feliz. leve e fragil como um passarinho.
kundalini de cada um
é uma coisa doida escrever uma história. ela se confunde com a sua. as vezes não tem final, os finais mudam de caminho. não sabia que essa moça tinha virado domadora de cavalos. não sabia que tinha fugido para o circo. mas é tão claro. tenho paixão por carrosséis. uma noite na frança, fui detida por invadir um. no cavalo, as cores, o sentimento da criança pura e amada. todas as crianças deveriam ser amadas. adoro os penachos do cavalo do circo, das paradas da disney ou da rainha da inglaterra. é a lembrança que tenho, a menina de collant brilhante fazendo seu número com os cavalos brancos rodando no picadeiro, ela correndo no chão, de repente subia, presa por um cabo de aço, pulava no lombo do animal, esticava as penas e braços, flutuava. dali ja pulava para outro bicho, rodopiava, voltava para o chão de novo. eu nunca mais esqueci dessa cena. não me lembro, foi em são paulo talvez, com quem não sei. talvez com meu pai. ainda não vem, e talvez não importe, como ela foi parar no circo intinerante. por quê foi embora? ser artista.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Os kunlangeta. Saiba.
http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/o_que_e_um_psicopata__imprimir.html
http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/6665
http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/6665
domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
é uma briga perdida, quem quer brigar por amor? quem quer amor? eu quero amor? por favor me dê amor! eu sou um idiota pedindo amor, amor não se pede. quem tem que pedir amor? de quem pedir amor? qual é o mais infeliz? o que pede ou o que nega? amor a venda, amor de aluguel, amor de repente, amor de cordel..que triste. beijo tchau. não compartilho.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
vivam.
A gente amadurece, vive, aprende, sofre, se diverte. Por favor vivam. Não há dia de amanhã. Não se ofendam pelo sofrimento dos outros, não se culpem pelos seus erros, já foi, já passou, agora é daqui prá frente. Sejam felizes com o minimo e agradeçam o pão nosso de cada dia. Por favor vivam e olhem as flores, os animais e perdoem os infelizes que não aprendem a viver.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
SE - Rudayard Kiplig
Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;
Se és capaz de pensar — sem que a isso só te atires;
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao mínimo fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais — tu serás um homem, ó meu filho!
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;
Se és capaz de pensar — sem que a isso só te atires;
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;
Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao mínimo fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais — tu serás um homem, ó meu filho!
I Ching
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Olha só..novidade! Musica " O gato de Alice" Ensaio no studio. Buscando as novas formas ..
http://soundcloud.com/daniela-procopio/o-gato-de-alice-eugenio-dale
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
nossos olhos
As gueixas ideais andando por aí. Estamos fazendo os testes .. Gravando em alguns tons e ouvindo depois.. escolhendo. Optando pelas nuances mais graves e silenciosas. Com o objetivo de extrair uma essência.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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