sexta-feira, 13 de abril de 2012

Quer quase mais desesperador do que fazer orçamento é dar upload no conteúdo do site novo. Começa os minutos perdidos para achar a senha e o tal link que abre a página e coloca as senhas todas. Puta que pariu. Penso, xingo prá mim e vou fazendo. O site tá lindo. Lembro do Myspace que eu já atualizei, o Twitter, tem um tal de Reverb Nation que eu entrei também, mas esse eu não dei conta de fazer, o miolo esquentava demais. O mais engraçado é que gravei no celular o passo a passo. Fui ao studio da Maíra Knox, que fez meu site, minha amiga maravilhosa e ela me mostrou tudo. Só que o video gravado não dá download no meu Itunes, ou será no Iphoto? Então fico eu procurando no Iphone o video e atualizando as janelas e agora procurarei aquele email que a Schock mandou com umas notas que saíram na imprensa sobre o CD novo. E daí dar um copy paste nas notas e links e juntar com alguma foto que saiu onde procuro no Google. Por Deus...o que seria desse texto há dez anos atrás? Não vejo a hora de chegar aqueles computadores, sera esse o nome ainda? de toque com as mão no ar, na tela, algo que se joque no chão e ele mesmo transforme-se em uma tabledesk de escritorio, como num desenho animado, aquela linha branca que vai se formando em tudo. E a gente vai ajeitando com as mãos, e organizando as coisas, na fala também. Como é difícil fazer o que é chato.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

vôo

cai a noite..

Agora na corrida vou tentar meditar, estou atrasada fiquei escrevendo o texto abaixo rs

Sabe que sonho com esse Japão. Essa China, essa Indochina, Kanboja..

Preciso ir visitar. Meu dinheiro prá isso está sendo guardado. Penso muito nisso. Mas agora estou tão dentro dessa situação de conseguir as coisas, de correr atrás. Não tenho a ajuda que todo mundo tem certeza que tenho. Adoraria ter, não nego não, faço qualquer coisa para ver meu sonho realizado, qualquer coisa. Claro, não vou passar dos limites da integridade e fazer coisas desonestas enfim. Mas eu sinto que as pessoas tem muito medo de tomar um não na cara. Eu entendo, é uma das piores coisas da vida, alguém não te reconhecer e não dar valor para seu sonho. Olha eu já tomei tanto, mas tanto "não" que eu eu contar ninguém acredita. As pessoas acham que eu tenho tudo na minha mão. Que as coisas vem facilmente acontecendo. É brutal. Porque ainda tenho um sorriso no rosto então para os olhos julgadores, é tudo fácil mesmo. Não notam a tristeza do meu olhar quando isso acontece. Que bom, é sinal que o mundo dá mais valor a beleza do que qualquer coisa. A beleza enlouquece e seduz. Cega qualquer um, diga aí, se você nunca esbarrou num poste, quase bateu o carro, tropeçou na calçada ao ver um homem ou uma mulher bonita, uma arquitetura harmônica, jóia, roupa, um belo animal, algo que remeta ao belo. Por isso dão até a vida. Tomam picada de veneno de bicho, são cortadas e embrulhadas em seus próprios corpos. É a reinvenção. Eu me reinvento. Agora quero me reinventar de maneira que consiga quebrar os padrões internos e criar um novo horizonte azul para voar sempre livre. Falo do alimento que nutre realmente minhas células e não dão trabalho ao corpo para serem digeridos, ou seja, não produzem toxinas. Assim nossa energia vital é poupada. Muita coisa faz gerar toxina dentro de você.   Os sentimentos mau resolvidos, o ambiente poluído e os alimentos ruins. Depois eu falo sobre os alimentos. Senão fica chato. Eu acordei com o sol nascendo, lindo, a cozinha quando entrei, parecia que tinha um alien lá dentro, toda iluminada porque a janela fica de frente para o nascer do sol. Eu estou falando isso porque agora vou correr. Vou descer lá na praia, o dia tá lindo e ouço os passarinhos lá fora. Meu marido foi para São Paulo, ele é diretor na FIESP, na área de óleo e gás, ele é um sonhador, por isso eu gosto dele. Ele sonha com o "novo Brasil" e ajuda a montá-lo. Ele pensa comunitáriamente, por isso eu gosto dele, e por isso que me afastei de algumas pessoas que não agem assim, mas tem o discurso. Não vale a pena o tempo perdido com gente que fala mau das pessoas num almoço ou um jantar. A perda do tempo a toa não tem preço. E ainda cria toxinas! rs.. :) Que engraçado imaginei a cena das patricinhas atordoadas, falando, falando, falando, comendo e bebendo e as toxinas sendo criadas. Mundo triste, a gente não quer isso. Fui malhar, agora vou..Beijos blog.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Amei fazer esse show ("Romance Tropical") com Fernando Moura.


Ele é uma estrela no Japão, é o que dizem porque lá eu nunca fui. Fernando é uma figura. Bravíssimo. Mas gosto dessas pessoas bravas porque sei que no fundo elas são doces. Fernando é um amor, generosissimo. Ele é responsável pelos arranjos orientais do meu disco. Esse que se chama Guiexa Tropical e que vos fala por meio dessa gueixa guerreira, minha musa idolatrada. Figura inoxidável, o equilibrio entre o ser e o estar, o fazer e acontecer. A Guexa Tropical é tudo que quero ser. Tudo que ao meu ver é maravilhoso num ser humano, ela tem. Ela une as duas partes, une os dois mundos. O melhor deles. Se estamos tão perdidos, eu já não acho mais. Acho que essa era de Aquário chegou com força, ou a época mudou e agora cai mal você não ser humanitário. Tirando as leis etc, muitas pessoas lutaram demais para que o parâmetro antigo fosse mudado. Foram ousadas e foram julgadas por isso. Perseguidas, torturadas, até Jesus, e faz tanto tempo. E ainda há guerra. Acho que uma coisa fundamental é a alimentação. Ela dá o padrão de desenvolvimento do ser humano. O que faço com o sangue Ó negativo que circula em mim???
estou na fase em que os textos passam pela cabeça mas estou no gerundio, não páro para escrever. mas hoje vi no facebook uma frase de efeito que tomou minha atenção e me fez refletir. ia escrever mais, mas é tão óbvio que é isso. obrigada à energia do universo por qualquer movimento positivo ou proteção. conquistei uma familia de seres exepcionais que andam junto de mim. sejam seres humanos, não humanos, animais ou plantas. aqui é tudo colorido. a vida lá fora é guerra mas aqui dentro reina a paz. uma paz atenta e reinante essa paz forte. não amolece não!

meu marido disse que a melhor coisa do mundo é acordar ao lado de uma mulher sorrindo. adoro isso! :)

quarta-feira, 21 de março de 2012

joão donato

se pensar mesmo daqui não sai nada. de olhar uma pagina virtual em branco, a coisinha preta piscando ao lado, não sai nada. as vezes tento escrever durante uma catarse e gosto da sombra indefinida, mas que para mim, secretamente, a enxergo na forma de um vulcão. poucas tarefas foram mais difíceis do que terminar a letra da música do joão donato. ela chama-se adeus. de um encontro numa tarde bonita na urca, eu digo isso porque ficou marcado na minha memória a vista da janela, das duas janelas abertas para a baia da guanabara. avenida portugal. eu flutuava numa emoção muito grande, tenho muito disso. de estar emocionada numa situação, e tão envolvida que depois não lembro. alguém tem que me contar o que aconteceu ali, pois talvez meu mundo tenha parado num pequeno detalhe importante demais para mim que nada mais vale a pena perceber. e assim foi ali. o que se faz com joão donato sentado, na frente dessas janelas, esparramado numa cadeira de balanço, sorrindo? um piano ali do lado da porta. cheio de coisa em cima, livros partituras, coisinhas, não lembro mais. sei que vi muitos detalhes japoneses, uns selos, selos adesivos digo, uma gueixinha, que fotografei mas perdi, vi que eram lembrancinhas de viagem, é muita coisa dentro de um homem só. eu estava lá por causa da música, claro. mas eu queria sair de lá com uma música. porque esse é meu sonho oras. as janelas com o mar e as amendoeiras, é uma ventania. fala mais, ele dizia. eu contava, contava. um medo danado. ele tem o mundo todo dele. não me conti algumas vezes de apertar os olhos com as mãos. ai meu deus, vamos lá, e a generosidade sorria e pedia, conta mais. chego lá e ivone parece uma boneca daquelas regiões da holanda, clarinha com os olhos bonitos, lembro dos olhos, e achei que combinaria, ou melhor, contrastaria com sua beleza, um colar indígena que eu usava, e ficou de presente. ela que me recebeu; o joão está se arrumando. confesso que só de escrever lembrando dessa cena, eu perco o fôlego.  isso aconteceu comigo também na gravação com omar hakin, em ny, e com romero lubambo, arthur maia, edsel gomez, que eu estava tão nervosa que doía meu osso. o técnico filho do tony benett, o studio do próprio. foi um pavor. e estava frio também. essa foi um classico na minha vida. a gravação foi o maximo e eu queria ter aproveitado mais. sempre penso que em situações onde você não tem controle ou sabedoria ou conhecimento sobre o que está acontecendo, ou tudo isso junto, o melhor negócio é relaxar e deixar rolar. sorrir e entender que tem gente iluminada e que são muito diferente da gente, são melhores eu digo. e que o andar das coisas é assim mesmo.

joão não falou muito. em compensação, eu nunca falei tanto na minha vida. quando sinto muito medo, parece que o medo é tanto que entro num vácuo, entro num estado de ausência. pode ser multidão ou multidão em um. o que salva é plugar com a ausência adormecida do mundo dentro de você. e essa ausência vinha quando olhava pela janela. até que ele se levantou e foi para o piano. aí aconteceu a mesma coisa da gravação do omar hakin, minhas mãos doíam de eletricidade e nervoso. consegui gravar no celular, que nessas horas eu fico muito confusa com as coisas eletrônicas, os botões, o tempo fica diferente e eu perco o chão. quem me vê sempre com computador, mexendo e tal, talvez nem imagine isso. como a vez que gravei o moraes moreira, de ponta cabeça, no meu ipad novo, e ha um mês atrás, simplesmente consegui dar um restart, um bug, sei lá, que zerou o meu ipad.  naquela tarde com donato na avenida portugal eu consegui colocar meu celular prá gravar o piano, e eu cantando tentando lembrar, imagine numa hora dessas!, a melodia e fazer junto com ele. e ainda soprar uma letra..haha..a gravação ficou uma loucura, mostra musicalmente tudo. mas tem partes bonitas, ufa, bonitas mesmo, claro que depois de muito tempo ouvindo e pensando por onde começo, resolvi que o eugênio tinha que me ajudar a colocar aquilo no lugar, ele é músico e soube resolver bem o assunto. gravou a melodia, começo, meio e fim, e me mandou; agora vai ser mais fácil fazer a letra, disse; não é verdade. e essa feitura vem sendo algo que me acompanha como se fosse outro que fica ao lado. o isso que ja foi trabalhado, escrito no documento de word, cantado na cabeça, na aula de hidro, na corrida, no carro, deitada na cama, tomando banho, comendo, no cinema..e eu ja consegui alguns versos, que compõe o ambiente da música; ah mais as palavras tem que ter, além do sentido, a sonoridade típica das músicas do joão. o eugênio sempre fala isso. mas eu lembro do saltitado alegre do piano, sentado na minha frente ele tocando, mas não era isso que saía dali. o que me pegou de surpresa foi a melancolia, algo que eu não esperava naquele momento. de súbito ele toca algo profundo, quase triste, mas como não existe triste no mundo de donato, tinha ali uma tristeza alegre; um bolero de mais de trinta anos, que fiz e nunca coloquei letra. leva ele, escreva a letra. então eu saí de lá com um bolero de trinta anos do joão donato e com uma naba gigante de como eu ia fazer tudo isso. e não pensa que se dormir esqueçe. porque daí vem o sonho. ai caramba..

segunda-feira, 12 de março de 2012

Eu só queria te lembrar
Que aquele tempo eu não podia fazer mais por nós
Eu estava errado e você não tem que me perdoar
Mas também quero te mostrar
Que existe um lado bom nessa história
Tudo que ainda temos a compartilhar


sábado, 10 de março de 2012


Quando a adversidade recai sobre alguém, é de suma importância despertar forças e superar interiormente as dificuldades. Mas quando um homem é fraco, deixa-se vencer pelos problemas. Ao invés de prosseguir, ele se deixa ficar, sentado embaixo de uma árvore seca, mergulhando cada vez mais na escuridão e melancolia. Isto torna a situação cada vez mais sem esperanças. Essa atitude é decorrente de uma cegueira interior que deve ser superada a todo custo. 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

...dos nossos sonhos...

http://soundcloud.com/daniela-procopio/alma-mia-bola-de-nieve-voz

o amor sempre vence. a felicidade é inevitável. porque faz parte dos nosso sonhos mais íntimos e fortes.

Alma mía

Alma mía sola, siempre sola,
sin que nadie comprenda tu sufrimiento,
tu horrible padecer;
fingiendo una existencia siempre llena
de dicha y de placer,
de dicha y de placer...

Si yo encontrara un alma como la mía,
cuantas cosas secretas le contaría,
un alma que al mirarme sin decir nada
me lo dijese todo con su mirada.

Un alma que embriagase con suave aliento,
que al besarme sintiera lo que yo siento,
y a veces me pregunto que pasaría
si yo encontrara un alma como la mía.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

paraíso particular

é que a diferença está na gente, se a gente vê um mundo que nem todos vêem. não é o carinho banal, falso que é dado com interesse no retorno de algo, é o carinho próprio que estravasa. mas quem age por interesse, ou já tomou tantas surpresas, não imagina que no meio da sujeira existem flores de lotus como nós. agora passa pela cabeça, será que ganhei meu canto por isso? pois cantava sim desde sempre, mas não com consciência. e o que adianta? a consciência foi um presente meu para mim mesma? o maior presente é descobrir o amor total e sem barreiras dentro da gente. já evoluo e a palavra prêmio já pode ser susbstituída pela palavra presente. não, não foi presente, foi um nível de consciência que conseguimos chegar, a duras custas, e por isso merecemos o prêmio da lembrança de si. num mundo em que há uma força sempre contrária à nossa, lembrar da nossa natureza pura, é respirar o paraíso. claro que manter esse estado é outro jogo, um jogo de todos os talheres, e olhamos de longe os moribundos tristes, com seu cheiro peculiar e brilho no olho, igual a brilho de faca mesmo. sofrer pela limitação do outro é ainda fazer parte dessa realidade, identificando-se. separar o que está fora de você e não se contaminar pela realidade externa é a questão. não se ofender com a limitação do outro. faz um gesto com as mãos, traça uma divisória entre lá e cá. as vezes nós comemos carniça como eles e com eles, pois caímos na cilada da ilusão do ambiente, do mimetismo e somos influenciados por uma série de fatores que acontecem juntos e terminam por nos confundir e quase, digo quase, convencer. porque existe uma sensação dentro da espinha, que nos diz exatamente o que está certo ou errado. nesse lugar dentro de nós, o ambiente não entra. então quer saber, tudo é uma questão de tempo, e tudo é alcançar a felicidade constante. se cada vez mais acredita-se que o inferno são os outros, o paraíso é dentro de nós. e o meu é tropical, quente e amoroso.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

hoje acordei perdida. numa quinta feira acordei perdida. são as televisões, as tele-visões, as micro-visões, as visões do todo. e olho a pedra gigantesca pela janela, é gigantesca mesmo, um dos maiores monolitos a beira mar do mundo, eu moro atrás dele, de saída para o mar, como uma barca apontada para o futuro. o horizonte se espalha e vai abrindo, furando com a ponta de muita ousadia, e força. minha não. estou fraca como um passarinho, que por mais forte que seja, parece-me frágil. como eu. sinto qualquer coisa hoje como se fosse o primeiro e último dia. poderia morrer daqui a pouco. deixaria muita gravação nos meus computadores, de vozes, estudos. mas isso é a ilusão de mais um dia, um dia que sinto-me perdida, numa tonteira. posso ter vontade de sair por aí mas o vento pode bater demais demais em minha pele e eu não sei o que pode acontecer. graças a deus não tenho ensaio, gravação, aula, treino, graças a deus não tenho nada combinado. nem de fugir eu tenho vontade. nem quero. se não estivesse assim, provavelmente estava comendo o mundo como sempre faço. sentindo presente, saboreando passado e recebendo o futuro de presente. depois de tudo, lembro que esse ano terei uma festa de natal. acho bonito a ceia nas casas bonitas. não me vem com essa idéia de que sou comunista, ou revoltada, nada disso, a gente tem os talheres que o destino dá. mas eu tenho pena das pessoas. o que você quer que eu faça. não é possivel que você só seja rei e nunca tenha sido mendigo para saber. você pode ser um phycho, daí jamais vai saber. nesse ano vai ter a noite com tudo aquilo, os vermelhos e verdes, pratos, travessas, deve ter uma arvore, mas tomo como um lindo presente. já são dois carnavais, ops natais, pensando nessa gente que não tem. no meu jejum e de como eu não tive. e qual a diferença do rei e do mendigo? eles nos fazem ver as pessoas de dois ângulos. inclusive nós mesmos. nesses anos agradeci pela companhia dos que estão sempre comigo. olhei muitas vezes o cristo redentor e num presente de visão, se cobriu com o corpo de nuvens, depois a cabeça, e num jogo rápido, voltou a brilhar. se a gente presta atenção na natureza ela diz muito! seu movimento é o certo. sua aprovação é que importa. andar no mesmo movimento da natureza. isso deve ser a felicidade. a vida das pessoas não tem que ser todas iguais, um dia se tiver um filho ou filha, de coração ou sangue, quero que eles se amem e não esperem a resposta das pessoas, porque isso é algo que não se tem defesa, então faça só sua parte. eu gostaria que eles tenham nascido saudaveis de mente e coração limpo, essas pessoas são raras mas existem, junte-se a elas. não se sintam ofendidos pelo medo e inveja de ninguém. comemorem em segredo ou com amigos de verdade. o mundo ainda não suporta a felicidade alheia, pena, pena, pena. sempre que sentir uma alegria ofereca-a para o cosmo. dançe. seja livre e saiba que a liberdade tem um preço que vale a pena pagar se for ao encontro com teus principios. a vida é um pingo d'água e a maior oportunidade que você pode ter é de criar e se desenvolver com amigos e filhos, seus projetos e realizar seus sonhos. tenham confiança na fé, que ela existe. perdoe os infelizes. acredite que você pode virar o jogo e fazer uma história diferente. eu nunca vou abandoná-los. mas hoje é carnaval e quem sou eu? estou no passado ainda. mas volto logo porque a gravação do encontro com brown ta aqui no itunes esperando para sair por aí, quero escrever alguma coisa sem nada de compromisso, hoje estou assim, quase morta e feliz. leve e fragil como um passarinho.

kundalini de cada um

é uma coisa doida escrever uma história. ela se confunde com a sua. as vezes não tem final, os finais mudam de caminho. não sabia que essa moça tinha virado domadora de cavalos. não sabia que tinha fugido para o circo. mas é tão claro. tenho paixão por carrosséis. uma noite na frança, fui detida por invadir um. no cavalo, as cores, o sentimento da criança pura e amada. todas as crianças deveriam ser amadas. adoro os penachos do cavalo do circo, das paradas da disney ou da rainha da inglaterra. é a lembrança que tenho, a menina de collant brilhante fazendo seu número com os cavalos brancos rodando no picadeiro, ela correndo no chão, de repente subia, presa por um cabo de aço, pulava no lombo do animal, esticava as penas e braços, flutuava. dali ja pulava para outro bicho, rodopiava, voltava para o chão de novo. eu nunca mais esqueci dessa cena. não me lembro, foi em são paulo talvez, com quem não sei. talvez com meu pai. ainda não vem, e talvez não importe, como ela foi parar no circo intinerante. por quê foi embora? ser artista.