domingo, 13 de dezembro de 2009

:-)

os meus guerreiros

e renascer mais bela e mais pura..mais suave..

eu queria mesmo era voar

renascemos, reciclamos, reamamos..

alter gueixa e alter kundalini

sinto tua falta imensamente

india linda!

foto: luiza brunet

professor de gueixas

moças claras também são belas!

principalmente se tiverem serenidade.

irmãs

foto: sebastião salgado

irmãs

temos que viver intensamente, é nossa única chance.

gueixas vampiras, com essas não se brinca não!

verdades gueixianas

tenha certeza disso..

sábado, 12 de dezembro de 2009

conto de carnaval por clarisse lispector (SEM PALAVRAS!)

Clarice Lispector, conto Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa já ia se aproximando, como explicar a agitação que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate. Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu. No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz. Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com os quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira. Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa. Mas quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge - minha mãe de súbito piorou muito de saúde. Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido, sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria. Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa. in "Felicidade Clandestina"

Verdes Mares - José de Alencar

foto de sebastião algado. A lufada intermitente traz da praia um eco vibrante, que ressoa entre o marulho das vagas: — Iracema!... O moço guerreiro, encostado ao mastro, leva os olhos presos na sombra fugitiva da terra; a espaços o olhar empanado por tênue lágrima cai sobre o jirau, onde folgam as duas inocentes criaturas, companheiras de seu infortúnio. Nesse momento o lábio arranca d’alma um agro sorriso. Que deixara ele na terra do exílio? Uma história que me contaram nas lindas várzeas onde nasci, à calada da noite, quando a Lua passeava no céu argenteando os campos, e a brisa rugitava nos palmares. Refresca o vento. Enquanto vogas assim à discrição do vento, airoso barco, volva às brancas areias a saudade, que te acompanha, mas não se parte da terra onde revoa. (“Iracema - capítulo 1” - Fundação Biblioteca Nacional)

bobos e bobas

musa

"escrevi livros que fizeram muitas pessoas me amar de longe" clarisce lispector

rs

um minuto.. (...) sonhos brincalhões de gueixas danadas

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

gueixas de tudo quanto é tipo

a obstinação faz com que, apesar de se ter ouvidos, não se possa ouvir.

Deve-se conhecer as causas da deterioração para então se poder afastá-las

para reparar uma relação que foi danificada, cada um deve assumir o seu erro. as relações são difíceis porque nem todo mundo tem coragem (ops de novo!) de assumir os seus erros e pedir uma nova chance, ou mudar de caminho, ou simplesmente pedir desculpas.

florescer..

faire la toilette

deusa kuan-yin

"musa da era de aquário"

quanto você se dedica ao seu trabalho?

nós nascemos e morremos sós. e as vezes ganhamos presentes.

o que complica tudo ou não é o que fazemos com esses presentes?

até que ponto quem te julga mal não queria ser você? pense nisso e não dê ouvidos à maldade.

a verdade seja dita mas são poucas as vezes que o caminho "padrão" é o que nos faz feliz. pode ser o caminho mais fácil mas não é o mais verdadeiro. para ser feliz e seguir seu caminho é preciso ter a tal da coragem, que na falta dela e no futuro próximo fazem surgir de mansinho a frustração e logo ali a inveja descabida. todo cuidado é pouco. quando sentir inveja de alguém, em primeiro lugar, perdoe-se, mas assuma aonde você se frustrou na sua vida e corra atrás do prejuízo imediatamente, por mais impossível que pareça. sentir inveja dói demais no coração de quem sente. e todos nós sabemos o que é isso, pois somos humanos. não envelheça julgando e tendo raiva de ninguém. a gente tem que morrer velho e sábio. generoso e paciente. em equilibrio com o tempo e sabendo lidar cada vez melhor com a vida.

sobre os valores que ficam obsoletos e quando nossas torres ruem, o que sobra de nós?

e quem sobra conosco?

de onde elas veêm? está dentro de cada uma de nós, não é? será?

quem faz o que gosta, se diverte, cria novidades e é mais feliz.

brincando interpretando, ele cantou o passado e o futuro.

quanto mais trabalho com a ilusão, mais eu aprendo sobre a vida real e o seu verdadeiro valor.

trabalho em silêncio com as coisas se produzindo e se roteirizando na cabeça, junto com os que me ajudam. com isso vou aprendendo mais sobre a vida, sobre mim, renovando meu pensamento e dando valor as coisas que realmente merecem. sacode um pouco a vida e dói muito o coração. mas é inevitável que as torres caiam para que nasçam as novas estruturas, sólidas, verdadeiras e invencíveis..até a próxima troca de pele. como se começássemos a trocar os casacos em vez das capas, vestidos em vez das calças e assim vai..combinações, trajes de banho, calcinhas e soutiens, e, finalmente, a retirada completa da pele. rs

hique gomez, o maestro disso tudo tchê

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

o que mora longe mas sempre está

olha ele lá! sob o seu olhar, como agradecer? mestre e amigo. eumir deodato. "soul mates" uma versão com letra em português da dadá: uma vez tentei buscar alma gêmea encontrar.. somos a mesma moeda.. os ldos são diferentes, tão carregados de iguais.. basta misturar.. falando sobre as almas gêmeas.. ... (emocionante!!!) ps. a dadá é a mãe do hique. o maestro disso tudo..

quando a gente reza, os anjos aparecem e falam com a gente

e se a gente tiver sorte, eles tocam piano e sorriem também. e dão uma música linda para colocar a letra e tirar nosso sono. um presente e responsabilidade. uma melodia de rara beleza..agradeço as minhas preces atendidas. obrigada senhores do universo, que sejamos instrumentos para a paz e harmonia entre os nossos. um dia..amém ps. esses anjos são amigos dos guardiões da floresta, fica tudo em casa!

o amor sabe que é amor? ou pensa que é bomba?

“o amor quando soube que era amor “ (tigra/carlinhos brown/daniela procopio) pediu companhia prá todo dia amor de madrugada fria mão com mão arroz com feijão amor prá demasia amor dizer não ia se eu não dou um empurrão amor dizer não ia se eu não cego a tua mão o amor quando soube que era amor pediu poesia prá todo dia amor de amanhecer tranquilo mão com mão ouvir respiração amor de maresia amor dizer não ia se eu não dou um empurrão amor dizer não ia se eu não cego a tua mão o amor não pode virar bomba mas vem a tona que nem tormenta o amor não pode virar bomba amor se rega se alimenta amor, amor, amor é pra dar o amor não pode virar bomba mas vem a tona que nem tormenta o amor não pode virar bomba amor se rega se alimenta amor é pra ter não pra carregar. Nunca me entorne seu amor E não me sirva solidão Isso não serve prá descer do céu E eu não quero carregar o chão Amor não serve prá beber a dor Não quero fuga para solidão Eu não quero isso não, assim não Prá mim não, por mim não Eu não quero não

como se já não bastasse, gueixa quer mais equanto indio quer nada.

foi colocada uma tigra no meio do caminho... GGGGggggggrrrrrr...

daí chegou outro que veio da mesma terra telúrica

e disse sobre a música e o amigo teluriano: é um "standard" né? ele cantou bonito! haha

ele veio de uma terra telúrica,

andou pelo oriente e foi parar numa ilha da Italia, quando cantou de presente "Love in Changhai", música que ele mesmo compôs para "Gueixa Tropical", com letra em inglês e tudo! muito chic! olha só essa gueixa tá começando muito metida! que beleza de música, muito bom gosto! obrigada nizan e obrigada donata ;-) ps. tem uma garota morrendo de vergonha do lado dele, tentando aprender a música, nervosa e feliz..mas não sabemos quem é, desculpa os erros haha!!!

multidão de nós mesmos

mudando o destino

ninguém precisa esperar ninguém mas deve haver uma tolerância

não!

O castigo para a inveja é a própria inveja. A pessoa invejosa nunca se sente satisfeita, está sempre buscando no outro aquilo que não tem. Fonte: Sementes de Cabala por Shmuel Lemle

conselhos de um sábio

Não é preciso sofrer para alcançar Deus. A conexão com Deus é o caminho para a plenitude total, que é o objetivo da vida e da Criação. Conectar com Deus nos ajuda a chegar a isso. Fonte: Sementes de Cabala por Shmuel Lemle

chuva mansa

saudade da minha floresta cheirosa